Kristen Wiig – a melhor das atrizes que sobraram no atual cast do SNL – em ensaio bacana e matéria que vale gastar o inglês na V magazine. Abaixo, as versões Carmem Miranda, Brigitte Bardot e Frida Kahlo
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Planeta Terra 2010 @ Playcenter
Devidamente atrasado como dese ser qualquer texto de show – uma boa desculpa para a preguiça e uma forma de analisar com calma o que você viu – vou fazer de conta que tenho alguma coisa relevante a escrever sobre o que se passou no meu Planeta Terra 2010.
E é bem simples:
Of Montreal: Chato, chato, chato, chato, chato, chato prá cacete.
Yeasayer: Bem bacana, bem acima do que quer que eu imaginasse. Mas tudo bem, porque eu não imaginava nada, conheço aquelas duas músicas óbvias e olhe lá. Mas, de novo, bem bacana.
Passion Pit: O pouco que eu assisti de Passion Pit, entenda, até empolga, mas não é o tipo de banda ou show que deixa lembranças. Mas como já tá pago mesmo, que mal tem assistir umas três músicas?
E depois veio o que realmente importa.
Pavement: Aí sim começamos a falar de (e ouvir) bandas que fazem diferença. No caso do Pavement – que nem é das minhas preferidas no tipo de som, no “movimento” ou da época mas entra sempre na lista das bandas necessárias – o show realmente teve cara de for fans only. E isso não é nada nada ruim.
Não dá para esperar uma empolgação 1993 deles, mas não atrapalhou em nada o fato de terem anos e anos a mais nas costas. Show bem competente, sem grandes bobagens cênicas como outras bandas fizeram, sem a menor vontade de criar uma interação com o público mas quem se importa? Uns hits estavam lá, umas obscuras também, e isso fez a noite de um bocado de gente.
Smashing Pumpkins: Muito mais importante na fase de definição das minhas preferências sonoras do que o Pavement (e isso não é juízo de valores, entenda bem), a apresentação de Billy Corgan e seus músicos contratados foi bem similar, em muitos aspectos, ao que o Pavement entregou.
Som alto na medida, nenhuma bobagem cênica, interação com o público nota 0,5, uns hits que fizeram o pescoço doer no dia seguinte e outras obscuras que não comprometeram. Ainda veio aquele bis inesperado – que não precisava ter sido de Heavy Metal Machine – prá deixar mais feliz.
Bonus prá baixista, que – salvo engano – foi a única mulher que eu vi no palco esse ano. Comparada com a Kim Gordon no Planeta Terra de 2009 é até covardia, mas não é sempre que dá prá trazer o Sonic Youth prá São Paulo.
No final, fica aquela sensação agradável de que o festival continua valendo o esforço idiota que é conseguir um taxi às quatro da manhã na Marginal. Fica também a esperança pelo line-up de 2011
Sugestões?
Photoclevage
See what you can switch on when the screen is off
On the excessive Z’s: Dazed, amazed and… Zooeyd?
Lost in the K hole?
Ok, precisa transmitir a idéia da felicidade em resgatar os Super Mários mineiros no Chile, mas a foto que a BBC escolheu pro site dá a idéia que eles estão sendo resgatados de uma rave subterrânea.




