Gillian @ Life

10 de janeiro de 2013 às 9:22

Os arquivos da Life no Tumblr sempre tem uma foto bacana de algum acontecimento histórico, de um desastre qualquer ou de momentos épicos da humanidade.

Tem também isso:

scully

BB

28 de setembro de 2012 às 9:51

Hoje, a cidadã pode ser considerada um ajuntamento de ideias cretinas, racistas, islamofóbicas, homofóbicas e idiotas em geral, como vai registrar para todo o sempre o Un Cri Dans Le Silence.

No passado, BB abria menos a boca para falar bobagens e escrevia menos livros defendendo sandices.

No passado – quem viveu esse passado, é claro – amavam ela por ser BB.

Parabéns prá essa Brigitte Bardot do passado então que faz aniversário hoje.

Que a lembrança dela seja eternizada por um filme e um disco e nunca por suas ideias.

E, claro, pelas fotos.

Podcast: Lado_C #028

12 de setembro de 2012 às 9:30

 Lado_C #028: Girls Night Out
(Ou “Cor-de-rosa é a sua mãe”)

Disponível por aqui:

Disponível também por aqui: [ iTunes Store ] [ MixCloud ] [ Download ]

Tracklist e trilha sonora do podcast estão lá nos cometários.

Gainsbourg. Vie héroïque.

27 de fevereiro de 2012 às 14:50

A história da vida de Serge Gainsbourg é – ao menos no imaginário de quem conhece um pouco de sua figura pública – tão irreal, tão utópica, tão exagerada que seria difícil transformá-la em um filme convencional.

Um filme convencional, hollywoodiano, talvez caisse na facilidade dos excessos e isso não faz justiça a quem foi Gainsbourg nem ao que o francês colocou no mundo.

Por sorte, Gainsbourg: Vie héroïque não é um filme convencional.

O filme é, na falta de melhor definição, uma fábula da vida heróica do cantor, compositor, ator, autor… Apesar de a tradução para o português ter perdido o subtítulo de Vida Heróica e tê-lo trocado por O homem que amava as mulheres, a idéia original combina muito mais com a vida de um cara feio que levou pra cama Brigitte Bardot, Jane Birkin, Isabelle Adjani, Catherine Deneuve…

Serge Gainsbourg foi um herói de um modo de esbórnia boêmia que só era possível mesmo na França,  só era possível mesmo naquela época.

O tratamento estético dado a obra – baseada em uma graphic novel sobre a vida de Gainsbourg, e isso explica muita coisa – é primoroso. E isso é quase um problema, já que acaba se sobrepondo a história mas, já que estamos pensando mesmo em uma obra de arte, que a vida dele seja retratada em biografias e deixem o cinema carregar em suas cores.

O alter ego de Gainsbourg, presente por quase toda a obra na forma de um grande boneco que exagera as imperfeições de Serge é ponto alto do filme, expondo quase que didaticamente ao espectador as ideias que – possivelmente – brigavam dentro de uma mente que, segundo supõe/conta o filme, só fica quieta quando ele compõe ou pinta.

Mentes barulhentas. Como fazem falta.

Ainda sobre Lynch – e as garotas dele.

14 de outubro de 2011 às 16:19

Assim como na foto anterior, o tema é Twin Peaks. Ao contrário da foto anterior, a capa é horrível.

Lynch. E suas garotas.

14 de outubro de 2011 às 11:53

Para quem também está re-assistindo – ou ainda assistindo pela primeira vez – as bizarrices de David Lynch.