Cardápio do dia?
SOPA.
Até você não aguentar mais. E depois… Mais SOPA.
Ou então você pode fazer alguma coisa e tentar evitar que empurrem isso garganta abaixo pelo mundo afora.
#StopSOPA
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Até você não aguentar mais. E depois… Mais SOPA.
Ou então você pode fazer alguma coisa e tentar evitar que empurrem isso garganta abaixo pelo mundo afora.
#StopSOPA
Quer mais um motivo – e já existem tantos e tantos – para manter o distanciamento dessa felicidade embasbacada que os jogos da seleção trazem?
Você, sua empresa, seu país e o mundo todo perdem bilhões para assistir 90 minutos de futebol.
Vi no Mashable
Ler um livro é preferência entre hábitos culturais no Brasil
Essa foi a resposta dada por 65% dos entrevistados que fazem algum tipo de atividade cultural, conforme dados da pesquisa “Perfil do consumo de cultura do brasileiro”, realizada pela Fecomércio-RJ em parceria com a Ipsos Public Affair. O objetivo era analisar os hábitos de lazer relacionados com cultura, como ir a um show de música, ao teatro, ao cinema, ler um livro ou apreciar um espetáculo de dança. O dado negativo é que essa maioria que afirmou preferir a leitura está dentro de uma minoria de 43% dos entrevistados que disseram ter atividades culturais por hábito. Para mais da metade dos brasileiros (57%), ir a um teatro ou ler um livro está distante da realidade do dia a dia, ou por falta de conhecimento ou pelo simples fato de não gostar. O estudo refere-se ao ano de 2008, num comparativo a 2007. Foram visitados mil domicílios de 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas.
A pesquisa também revela outro dado preocupante: 19% dos entrevistados não gostariam de fazer nenhuma das atividades culturais citadas. Entre os que fazem e gostam, a quantidade de livros lidos, de espetáculos, danças, exposições e filmes vistos ainda é considerada baixa. O estudo apontou que a média de livros lidos é de 5,1 por ano. Já os apaixonados por cinema assistiram a filmes apenas 4,1 vezes. Os fãs de músicas foram a 3,8 shows, enquanto os amantes da dança apreciaram 3,5 eventos. As exposições de arte ficaram em último lugar na preferência cultural do brasileiro, com 2,1 visitas.
É o bastante – Apesar dos dados, os entrevistados afirmaram que ler 5,1 livros por ano ou ir a um show de música 3,8 vezes é suficiente. E qual é o limite justo a se pagar por essas atividades ou bens culturais? O livro, que tem a preferência dos brasileiros, ficou com o maior valor: R$ 20. Os que preferem música afirmaram que pagariam até R$ 17 por um show. Depois vem o teatro, R$ 16; a dança, R$ 14; as exposições, R$ 13. Também é R$ 13 o valor considerado justo por um DVD. Já o preço de um CD não poderia ultrapassar os R$ 10.
Mulheres leitoras – Os números referentes a livros apontados pela pesquisa têm um fator determinante: as mulheres dão mais valor à leitura que os homens. Dentro da média de 5,1 livros lidos em 2008, elas leram 5,5 enquanto eles, 4,7. O percentual que acha esse número suficiente, ou seja, que considera que não é preciso ler mais, é menor entre as mulheres, 52% contra 53% dos homens. Ao responderem à seguinte questão: Por ordem de preferência, o que você mais gosta de fazer?, 69% das mulheres disseram que preferem ler um livro, contra 61% dos homens. E para 2009, o que pretendiam fazer? Elas também deram prioridade à leitura, com 45% dos votos, enquanto 41% dos homens escolheram os livros.(João Augusto, da Agência Brasil Que Lê)
Se pretendem pagar $10 num CD e $17 num show, o tal do Vale Cultura com o qual o governo quer comprar educar a população vão dar pro gasto.
E as mulheres provam que são muito melhores que nós até nessa hora.
“A new study by sociologists at the University of Maryland concludes that unhappy people watch more TV, while people who describe themselves as very happy spend more time reading and socializing. The study appears in the December issue of the journal Social Indicators Research.”
Ou seja, seu amigo que perde um tempo no quarto com Norman Mailer, Fiodor Dostoiévski, Marcel Proust, Ray Bradbury, Jack Kerouac et al é mais feliz do que você, que investe horas e mais horas na frente da televisão se educando com Luciano Huck, Jô Soares, Emilio Surita, Milton Neves e afins. Que absurdo.
Se é assim, seja feliz. Ande com um livro embaixo do braço.
“Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que, ao contrário do que se pensava, roupas estampadas com listras horizontais tornam a pessoa mais magra.
Na contramão das dicas aconselhadas por especialistas em moda, uma equipe de psicólogos da Universidade de York afirma que as listras verticais são as verdadeiras vilãs na hora de tentar esconder as gordurinhas.”
Nessas horas, aquela sensação inexplicável que a gente tem sobre as pessoas se justifica.
Explico: Um professor de design de embalagens que passou pelas salas de aula que eu frequentei garantiu, certa vez, que essa idéia de que listras horizontais engordam e as verticais emagrecem estava errada. E justificou na sala. E todo mundo entendeu. E, claro que não foi por causa disso, eu sabia que esse cidadão, um italiano de sotaque alemão criado nos Estados Unidos com passagens por Israel, era muito bom no que fazia.
Ainda assim nunca consegui fazer as pessoas acreditarem nessa história das listras.
Bom, agora é científico.
Quer se convencer da importância de saber cozinhar e lavar uma cueca?
“American men’s contribution to housework has increased about 15 percent in the last 40 years, so has their sex activities, suggested a discussion paper released Thursday.
(…)
The report also found men’s contributions to family work increases over time — the longer their female partners have been in paid employment, the more family work they are likely to do.
Research by psychologist Joshua Coleman said wives report greater feelings of sexual interest and affection for husbands who participate in housework.”
Nota da AP, na Chinaview.