Cardápio do dia?
SOPA.
Até você não aguentar mais. E depois… Mais SOPA.
Ou então você pode fazer alguma coisa e tentar evitar que empurrem isso garganta abaixo pelo mundo afora.
#StopSOPA
Cardápio do dia?
SOPA.
Até você não aguentar mais. E depois… Mais SOPA.
Ou então você pode fazer alguma coisa e tentar evitar que empurrem isso garganta abaixo pelo mundo afora.
#StopSOPA
Prá toda aquela galerinha esperta de esquerda da USP – mesmo o professor acima sendo da Unicamp – esse cara deve ser o maior ídolo possível. Professor do Instituto de Filosofia gabaritando nos votos de PSOL e PSTU.
Porque todo clichê é exagerado, não é? Sei.
Deve ter doído na alma desse Ricardo Antunes ler a entrevista do Fidel falando que Cuba… não deu certo. Claro, isso se ele não estiver achando que tudo é uma grande conspiração da grande mídia de direita (como o Niemeyer) ou então trancado no banheiro escuro chorando.
Duas fotos iguais – tá bom, quase iguais – ilustrando duas matérias distintas na home da IstoÉ. Não perdem esse hábito de deixar o site em segundo, terceiro, quarto ou quinto plano…
Ler as matérias da IstoÉ mostra que a equipe produz, sim, um material bom, a escrita agrada, a diagramação – embora um pouco quadrada – agrada… Mas na hora de “portar” (palavra da moda, né…) para a web, pisam muito na bola.
E o que dizer então da home da Dinheiro Rural? “Onde Investir em 2007″ no canto, sem grandes informações novas… Eu fiquei com a impressão de que a revista nem circula mais.
Mas tudo bem, quem sabe um dia eles tem que dar uma de JB às avessas e abandonar a web para fazer apenas impressos?
Na semana da grande fuga programada por um sem-número de facebookers, a mídia foi lá e aproveitou – não sem razão – para discutir a privacidade 2.0.
Por motivos óbvios – o público alvo do Link teoricamente é mais tech/nerd que o da Época – a pegada das matérias é diferente. O suplemento do Estadão discute o tema do ponto de vista da privacidade versus Mark Zuckerberg; a Época vai na linha mais explicativa de redes sociais, dicas de quem seguir e afins.
Material extenso pode ser lido – por enquanto – no Link e na Época.
(Quase) Todo mundo tem um perfil qualquer em uma rede qualquer. Alguns tem perfis em umas duas ou três. Poucos tem perfil em absolutamente todas as redes e serviços que aparecem a cada semana. Ainda assim, estranhamente, o tema da invasão de privacidade não parece fazer nem sombra de preocupação na cabeça das pessoas.
Por algum motivo, parece que essa coisa de vida 2.0 não chega a vida 1.0 real em que a gente nasceu. Nem pensar em dar meu RG ou endereço para aquela promotora da Abril querendo vender assinatura da Veja no meio da Avenida Paulista, mas qual o problema em dar nome, endereço, RG, CPF, email, coordenadas de geoposicionamento, número do cartão de crédito, foto e todo o resto para uma tela de computador, não é?
Até hoje existe um perfil meu perdido no Orkut – não lembro a senha e isso me desanima a cada tentativa de apagá-lo – (Consegui. Um a zero prá mim. Orkut já foi, só falta o resto) Tenho Facebook, Twitter, Last.FM, Foursquare, Tumblr, Vox, Picasa… E não faço a menor idéia de que dados concordei em dividir quando cliquei naquele inofensivo botão de “Agree”.
Alguns desses serviços digitais – Posterous, por exemplo – chegam ao capricho de simplesmente não permitir que você delete a sua conta sem uma solicitação longa por email, que demora dias a ser respondida e, quem sabe, pode até ser negada. O que você faz?
Desiste. E nessa sua desistência e na desistência de mais alguns milhares, seus dados ficam lá e são disponibilizados e depois juntados a outros milhares quando essa companhia se juntar a outra e mais outra e, quando se passaram apenas alguns meses, você não faz mais a menor idéia de quais dados seus estão nas mãos de quem.
E depois disso tudo, você acha que com textos e movimentos de debandada e campanhas e matérias, as pessoas – animais sociais, quase sempre em busca de algum contato através desse aparelho que toma todas as nossas horas – vão abandonar o Facebook?
Nem eu.
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UPDATE: Na passagem de mini-férias pela terra da prata, tive contato com a única coisa boa que se originou no Facebook: Uma propaganda local para o Speedy. Deu de dez nas propagandas da Telefónica em São Paulo.
Se tem uma revista que já não conta lá com uma imagem das melhores é a IstoÉ.
Desde a época que se chamava IstoÉ Senhor, o nome deixava um ar aristocrático sério demais.
Nos tempos mais recentes, as inúmeras notícias de fechamento da Editora Três, atrasos de salário e afins.
(Não, essa última parte não é exclusividade da Três)
Tudo bem, nenhuma empresa vai acertar a vida inteira. Nem a übber-cool Apple acerta sempre. Mas tem certos deslizes que não se pode cometer.
Uma padaria fazer pão com cimento, por exemplo. Ou um bombeiro atear fogo (Só faz sentido em Fahrenheit 451) ao invés de apagar.
É nessa categoria – além da categoria de preguiça injustificável de ao menos ler o texto – que se encaixa a beleza de screenshot acima. Se você precisa ajudar a sua revista a não morrer, nessa época em que é difícil além da conta manter um título impresso vivo, esse tipo de deslize é capaz de acabar com o pouco de imagem que sobrou às revistas.
E prova cabalmente que não, no geral a mídia impressa – especialmente a brasileira – não faz idéia de como vai fazer essa transição.
(Não viu nada de errado? Lê com atenção você também! Ou você é revisor de site na Três?)
Jamais vou esperar boas declarações do Rubinho ou boa redação no Terra mas isso está ridículo…
Muito feio? O filhote de Piquet e o Briatore manipulando a Fórmula 1 e o Barrichelo só consegue dizer que isso seria muito feio?
Ah, vai montar uma concessionária da Fiat no interior do Acre e desiste, vai…