Time is money

A expressão é batida, está desgastada, é um clichê, eu sei. Mas se encaixa perfeitamente nesse caso.

A empresa vende tempo, basicamente. Cinco minutos por US$ 5.99. Ou dez, quinze… tudo por US$ 5.99. Trinta minutos custam mais caro, US$ 7.99.

São contadores para colocar nas sua apresentações de Keynote. E são a prova de que existem inúmeras, diversas, incontáveis formas de ganhar dinheiro, nem que seja vendendo tempo.

Problemas da Marginal

Não, não é um problema com crimes. Talvez nesse caso fosse “problemas com um marginal”, mas felizmente não é esse o caso.

Problema com a Marginal também não é um problema de trânsito.

É uma simples questão de, imagino eu, isenção + bom senso + várias outras sensações “éticas”.

Depender do cavalinho com o jornaleiro no lombo vai afetar a produtividade, mas considere esse aviso como uma tentativa de garantir algum realismo nas percepções expostas por aqui.

Got it?

Compra! Vende!

Da Sonia Racy, no Direto da Fonte do Estadão de hoje:

“Uni-duni-tê
Não é de hoje que o Grupo Abril está tentando vender as editoras Ática e Scipione. Mas, pelo que se apurou, agora a coisa vai.

Há dois candidatos fortes ao negócio: a Pearson Education, que vem a ser o braço educacional dos donos do Financial Times, e o Grupo Positivo, do Paraná.”

E demorou todo esse tempo para perceber que não fazia sentido essa aquisição? Pelo menos umas dez pessoas na minha graduação teriam dado esse conselho sem cobrar um centavo. E nem estavamos formados ainda…