Fim de férias, hora de voltar a dar atenção a todas essas belezas da cultura – útil e inútil – que tanto nos entretem.
Já começamos – bem aos poucos, é verdade – com o Lado_C #016; mas isso aqui também é feito de letras, não só de links para podcasts e trilhas musicais então lá vamos nós.
Prá começar de forma organizada e (quase) nova, permita uma explicação do título desse post e um possível aumento nas pitadas de “realidade alternativa” distópica e steampunk esporádica por essas páginas:
(Eu não acho necessário explicar o que são esses dois conceitos mas, logo abaixo, estão duas imagens que devem resumir bem isso caso você não se lembre; clica nelas que você vai para os textos que definem ambas.)
A subgenre of speculative science fiction set in an anachronistic 19th century society.
A vision of a future that is a corrupted (usually beyond recognition) utopian society; A miserable, dysfunctional state or society that has a very poor standard of living.
Embora convivam muito bem juntas nas prateleiras de livros e filmes, se complementem temporalmente (passado steampunk/futuro distópico) e virem boas histórias quando somadas em partes, as duas áreas acima não são interdependentes e vivem muito bem separadas, para a sorte nossa, fãs ocasionais ou incontestes de sci-fi.
Posto isso, eu sempre tive um interesse nesses cenários apocalípticos (concluí que isso é algo que evoluiu da minha paixão por disaster movies, falo disso outro dia) e, aos poucos, descobri que existia um gênero todo dedicado a essas realidades alternativas que tanto agradavam e que isso não era só uma ficção científica genérica.
O interesse começou lá atrás, quando Admirável Mundo Novo chegou nas minhas mãos pela primeira vez; depois de Huxley, veio uma sequência de Ray Bradbury, Philip K. Dick, livros, documentários, filmes e eu fiquei rendido.
Uau. Que foda.
(Sim, eu pensei “Uau, que foda!” do mesmo jeito que você talvez esteja pensando “Uau, bela %$&@”. Acontece. As vezes me deslumbro fácil.)
Daí até descobrir o que era isso demorou um tempo, entraram na lista filmes bons e ruins, livros bons e ruins, séries idem e, quando eu me dei por conta, isso aí estava virando uma obsessão cultural.
Nada mal.
E depois dessa distopia toda acabei descobrindo ainda esse negócio de steampunk; e se as histórias distópicas são fodidas, as imagens steampunk são ainda mais espetaculares. E eu fiquei, além de boquiaberto com a coisa toda, ainda mais fanboy dessa palhaçada toda.
Acontece.
Explicado isso, e pra encerrar esse post-desculpa, nos últimos dias de férias eu achei que cabia muito bem na minha vida caseira uma maratona de filmes dessa área; depois de devidamente conseguidos, em breve eles vão acabar, invariavelmente, aparecendo por aqui.
Então é isso. Não se assuste com a imaginação desses caras, entenda que sempre que der de frente com uma tag de posts distópicos o assunto é esse e bom proveito.



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