Sobre Jobs

28 de novembro de 2011 às 13:50

“Even the smartest tech reporters have no idea how technology development works. And while Jobs did, obviously, understand how it works, intimately — he deliberately drew a false picture for the reporters. So almost all the stories you read are fiction, made-up, folklore and myth. And the real story remains mostly untold. “

Como tudo que se refere a Jobs, grande parte da graça está nesse monte de cinza… Nada é branco, nada é preto, ele não é bom, não é mau, não é gênio e não é idiota.

Tudo cinza.

Dave Winer em Why Jobs chose Isaacson.

Stay hungry, stay foolish.

6 de outubro de 2011 às 16:12

Eu não sei muito bem quanto paguei em nenhum disco, livro ou aparelho eletrônico.

Não sei quanto gastei em nenhuma viagem de férias.

Eu não sei exatamente quanto custou aquele carrinho que ocupa a vaga da garagem.

Eu sei exatamente quanto eu paguei por cada iPod que tive.

Eu sei com precisão de centavos o quanto paguei no Mac.

Eu lembro de tirar cada um deles da caixa e ligar pela primeira vez.

Para nós, que passamos a vida – grande parte dela, ao menos – ganhando dinheiro na frente de um Mac, esse cara é fundamental.

Para todos que tiveram no iPhone a primeira experiência de liberdade que um smartphone dá, esse cara é um deus.

Para quem tem surtos ao sair de casa pela manhã e entrar no metrô e perceber que está sem o iPod, esse cara é um herói.

Obrigado, gênio.

“When Nature needs something to be done, she creates a genius to do it.”
Emerson 

Product placement

7 de junho de 2010 às 15:30

Que tal a RIM, patrocinando o lançamento do iPhone 4? Faz bastante sentido, não?

Time is money

4 de dezembro de 2008 às 15:14

A expressão é batida, está desgastada, é um clichê, eu sei. Mas se encaixa perfeitamente nesse caso.

A empresa vende tempo, basicamente. Cinco minutos por US$ 5.99. Ou dez, quinze… tudo por US$ 5.99. Trinta minutos custam mais caro, US$ 7.99.

São contadores para colocar nas sua apresentações de Keynote. E são a prova de que existem inúmeras, diversas, incontáveis formas de ganhar dinheiro, nem que seja vendendo tempo.

Apple old school

25 de maio de 2008 às 20:39

Apple Gift Catalog ’83

Eu imagino que você pode estar pensando “Eu usaria isso hoje” ou que alguém usaria mas, pense bem, nem tudo que tem essa cara ’80 (83 no caso deste anúncio) fica bom como peça a ser revivida.

Mas essa peça está aqui para servir como aula para tanta gente (oriundos das salas de PP e afins, principalmente) que hoje trabalha em agências de construção de marcas (ou branding ou seja lá qual é o termo atual) perceber que construir uma lovemark com a força da Apple leva tempo; simplesmente criar um evento e uma loja online com com sua marca não é o suficiente.

iLovely

28 de agosto de 2007 às 17:14

(Quase) todo iMac é lindo. Os mais novos são peças de design daquelas que você fica babando em cima… Mentira, ninguém teria coragem de babar em um Mac.

Agora saiu do forno deles a nova geração de iMacs. Lindinho, estupidamente poderoso e caro além dos limites da maioria dos brasileiros (mesmo com os 20% de redução de preço que a Apple diz que nós vamos ter).

Agora, se o monitor-CPU dele já é uma peça de arte…

iMac 2007/08

O que dizer desse teclado?

HPs, Dells, Lenovos e afins devem ter tanta inveja desses designers de produto da Apple.