Resumo: Março/2012
E além de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Salvador, entre outras cidades brasileiras, agradecemos a você visitante de terras longínquas que eu nunca visitei, como Taunton, Luneburg, Tavira, El Segundo e Pindamonhangaba…
Resumo: Janeiro/2012
E prá começar o ano, vamos agradecer mensalmente nossos visitantes de terras distantes e nunca pisadas por esse pobre blog.
Em janeiro, fomos devidamente clicados por habitantes das cidades de Parintins, Funchal, Surabaya, Weston-Super-Mare e Skopje, entre outras.
A todos vocês, muito obrigado pela visita e sinto muito por vocês não entenderem quase nada que se passa por aqui…
O óbvio
Na primeira metade de novembro, na Grande São Paulo, a taxa de TVs desligadas no horário nobre foi de 55%. Nos meses anteriores, a queda foi menor: em outubro, 57%, em outubro, e 60%, em setembro. Os números valem para o Brasil inteiro.
Ainda existe esperança!
Marili Ribeiro, em “Constatação do óbvio: tevê perde público”, no Estadão
Reformas
De acordo com a coluna, o governo José Serra exigiu contrapartidas como uma reforma na parte elétrica da emissora e aumento da programação —para melhorar a audiência e diminuir a quantidade de reprises — para continuar repassando os cerca de R$ 70 milhões anuais, quantia que pode aumentar no próximo ano.”
Me parece bastante justo. Já que a Cultura subexiste com o meu dinheiro, similar ao que acontece com a TV por assinatura, deviam entregar mais programas que atraiam a atenção sem perder o diferencial da qualidade percebida (1º lugar em ética e independência editorial segundo o midiakit deles) que a emissora carrega por toda sua história.
Mas que não se mirem no modelo dos canas de TV a cabo no quesito reprise, caso contrário a audiência vai assistir reprises de Glub-Glub, Vitrine e Grandes Momentos do Esporte 98 vezes por semana, bem ao estilo AXN / Universal / TNT.
PS1: Re-runs de programas da Cultura podem ser chatos por serem reprises, mas valem mais que Hellboy vinte e duas vezes no mês em meia dúzia de canais diferentes.
PS2: Continuo achando estranho que a emissora com a maior independência editorial percebida (52% da população, contra 41% do segundo colocado (Band), 26% da Globo e 17% da Record) seja uma emissora do Governo do Estado. Estranho, mas não errado.








