Resumo: Abril/2012

2 de maio de 2012 às 0:39

No mês de aniversário – do autor, não do blog em si – além das visitas brasileiras de Blumenau, Bagé, Sumaré e Teresina, vou considerar como um presente as passagens dos ilustres moradores de Tuusula, Shah Alam e Mannedorf.

Voltem sempre!

Resumo: Março/2012

1 de abril de 2012 às 0:00

E além de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Salvador, entre outras cidades brasileiras, agradecemos a você visitante de terras longínquas que eu nunca visitei, como Taunton, Luneburg, Tavira, El Segundo e Pindamonhangaba

Resumo: Fevereiro/2012

28 de fevereiro de 2012 às 0:00

E neste mês de fevereiro, fomos devidamente visitado por usuários em cidades como Laredo, Katowice, Calgary e Zalec.

Obrigado à todos vocês que não entenderam nada que estava escrito aqui.

Resumo: Janeiro/2012

30 de janeiro de 2012 às 0:00

E prá começar o ano, vamos agradecer mensalmente nossos visitantes de terras distantes e nunca pisadas por esse pobre blog.

Em janeiro, fomos devidamente clicados por habitantes das cidades de Parintins, Funchal, SurabayaWeston-Super-MareSkopje, entre outras.

A todos vocês, muito obrigado pela visita e sinto muito por vocês  não entenderem quase nada que se passa por aqui…

O óbvio

25 de novembro de 2009 às 12:27

Na primeira metade de novembro, na Grande São Paulo, a taxa de TVs desligadas no horário nobre foi de 55%. Nos meses anteriores, a queda foi menor: em outubro, 57%, em outubro, e 60%, em setembro. Os números valem para o Brasil inteiro.


Ainda existe esperança!

Marili Ribeiro, em “Constatação do óbvio: tevê perde público”, no Estadão

Reformas

19 de novembro de 2008 às 15:16

De acordo com a coluna, o governo José Serra exigiu contrapartidas como uma reforma na parte elétrica da emissora e aumento da programação —para melhorar a audiência e diminuir a quantidade de reprises — para continuar repassando os cerca de R$ 70 milhões anuais, quantia que pode aumentar no próximo ano.

via

Me parece bastante justo. Já que a Cultura subexiste com o meu dinheiro, similar ao que acontece com a TV por assinatura, deviam entregar mais programas que atraiam a atenção sem perder o diferencial da qualidade percebida (1º lugar em ética e independência editorial segundo o midiakit deles) que a emissora carrega por toda sua história.

Mas que não se mirem no modelo dos canas de TV a cabo no quesito reprise, caso contrário a audiência vai assistir reprises de Glub-Glub, Vitrine e Grandes Momentos do Esporte 98 vezes por semana, bem ao estilo AXN / Universal / TNT.

PS1: Re-runs de programas da Cultura podem ser chatos por serem reprises, mas valem mais que Hellboy vinte e duas vezes no mês em meia dúzia de canais diferentes.

PS2: Continuo achando estranho que a emissora com a maior independência editorial percebida (52% da população, contra 41% do segundo colocado (Band), 26% da Globo e 17% da Record) seja uma emissora do Governo do Estado. Estranho, mas não errado.