Minha Casa, Minha Vida… Minha Vala?

Ai, dona Dilma, é assim que o seu governo faz habitações populares? Deixando as construtoras entregarem casas sem esgoto para a população é? Assimi é fácil.

Daqui a pouco não precisa nem ter telhado, não? Paredes também são bem supérfluas, imagino.

Mas o que importa é a propaganda né? Ganhar a eleição à qualquer custo, porque precisa empregar tanto companheiro na máquina do estado…

E imagina se o Serra ganha? Fazer o que com aquele monte de sindicalista absolutamente despreparado que o PT enfiou nos cargos de confiança, sem concurso, ganhando uma fortuna para  não fazer nada e ainda atrapalhar quem quer fazer alguma coisa?

“País de faz de conta”

A verdade é que os números recentes de nossa economia e de nossa trágica condição social estão muito longe da farsa edulcorada pela propaganda que move este governo.

O crescente endividamento das famílias, nosso perigoso déficit em conta corrente, o intermitente custo-Brasil estrangulando nossa capacidade competitiva é o verdadeiro legado que nos deixará o atual governo.

Gilberto Freire, A farsa e a realidade
Brasil Econômico

Mas tudo bem, né? “O Cara” é tão simpático, tão amistoso com o Irã, a Venezuela e Cuba que a gente releva essas coisas. E, se descuidar, ainda vota na Dilma, porque importante mesmo é o continuísmo.

Ainda que seja o constinuísmo da desgraça, porque ao menos a gente já conhece e vive na desgraça e – sejamos sinceros – ninguém gosta de mudança, é complicado se adaptar ao novo.

Não é?

O melhor dos melhores

Com todo o respeito que eu não te devo, você quer “ser o melhor ex-presidente do Brasil“? Mesmo?

Você não consegue ser o melhor ex-metalúrgico que a Aliança já teve.

Talvez se a sua ambição fosse tornar-se o melhor ex-presidente cachaceiro que o Brasil já teve, aí sim.

Ou, quem sabe, ser o melhor ex-presidente que mais viaja para países sem a menor relevância em toda a história do Brasil.

Ou então, vai saber, algum outro presidente era mais cachaceiro e, na ditadura, as pessoas não sabiam. É uma possibilidade.

E talvez algum presidente em exercício tenha viajado para lugares ainda menos importantes. Tudo bem.

Ficamos assim: Você é o melhor ex-presidente de nove dedos e nada mais que isso.