FFLCH, Niemeyer, Cuba e clichês

10 de setembro de 2010 às 22:11

Prá toda aquela galerinha esperta de esquerda da USP – mesmo o professor acima sendo da Unicamp – esse cara deve ser o maior ídolo possível. Professor do Instituto de Filosofia gabaritando nos votos de PSOL e PSTU.

Porque todo clichê é exagerado, não é? Sei.

Deve ter doído na alma desse Ricardo Antunes ler a entrevista do Fidel falando que Cuba… não deu certo. Claro, isso se ele não estiver achando que tudo é uma grande conspiração da grande mídia de direita (como o Niemeyer) ou então trancado no banheiro escuro chorando.

Vamos redundar?

21 de agosto de 2008 às 10:28
Vamos redundar?

“A CAIXA CULTURAL promove hoje vernissage da exposição “Amado Jorge Amado”, a partir das 19h30, na praça da Sé.”

via

Amado, Jorge Amado

Autoridade nula para falar do quanto é óbvio a ducentésima redundante homenagem a Jorge Amado, mas mesmo tendo criado um projeto sobre o tal baiano, não fiz essa bobagem absurdamente preguiçosa e igualmente óbvia de usar o amado sobrenome de Jorge em alguma composição prá lá de tosca.

Algum dia isso vai ser menos comum?

Com tantas personagens no inconsciente de uma parcela enorme da população, com livros cujos títulos são representativos para a maioria dos brasileiros… Dava para criar coisa muito melhor que Amado, Jorge Amado.

Do que você gosta?

10 de abril de 2008 às 14:58

Tem muita coisa inútil mas que faz sentido por esse marzinho binário que você navega agora.

Uma das idéias descobertas nos últimos dias e que nao tem a menor utilidade mas que é tão bem feita e faz tanto sentido que dá até dó de não visitar é Stuff White People Like.

A lista, que atualmente conta com 93 posts, faz muito, mas muito sentido, principalmente se você acabar lendo aquilo e chegar a conclusão de que, sim, você é um estereótipo.

Se a paciência para ler bobagens for pouca ou o tempo for curto, dedique alguma atenção aos números 1, 3, 40, 41, 50, 88 e 90.

E bem vindo ao clube.