Reportando músicas e músicos

Com pretensão científica, divide-se ainda esta música em “estilos”, tais como hippie, punk, heavy metal, grunge e emo. Porém, quando se questiona a respeito das diferenças entre esses estilos, as respostas são automáticas em versar sobre roupas, penteados, ideologias duvidosas e, com muita freqüência, tal “atitude”, cujo significado ninguém é capaz de objetivar.

Matheus Bitondi, A irrelevância da música.

As vendettas do dia a dia

Aguentar a campanhazinha do Marcelo Tas em críticas semi-diárias (isso existe?) a Veja é bem bem chato. Até porque, quando as pessoas entram em teorias conspiratórias de perseguição e afins, no geral acabam perdendo o bom senso. E o senso do rídiculo.

Claro que isso não quer dizer (nem poderia, é impossível) que a Veja é uma boa revista. Ou que é uma revista imparcial. Ou que não é um enorme desperdício de papel. Mas tudo tem limite. Ou não.

Quase como o Tas, o Paulo Henrique Amorim também tem sua cruzada. A nemesis dele é, vejam só, a Globo. Nada contra nesse caso também. Eu sou muito grato a todas as pessoas que em sua vida contribuiram para a criação e desenvolvimento da TV por assinatura, o que me ajuda (e muito) a estar longe da Globo já fazem anos… E não, antes que pensem “hehe, a Net é da Grobo.. haha, bobão”, eu não assino a Net. Nem a Sky, ok? Não, também não é a Vivax.

No caso do PHA, por mais que ele goste de falar mal, e parece que ele não só gosta como considera isso sua missão, fica aquela sensação de que (um) ele já trabalhou lá então… porque não falou mal quando recebia (provavelmente muito bem) salário dos Marinho? (dois) ele trabalha na Record, não? Então qualquer denúncia contra a Globo que cair no colo dele ou dos bispos é bem vinda, seja real ou “quase”.

Feio feio feio. Todo mundo pode fazer algo para melhorar a imprensa, a sociedade. Geralmente é muito pequeno o que podemos fazer mas… atirar pedras incessantemente nos telhados alheios está longe de ser uma contribuição benéfica. Os milhares de corpos de gângsters estão aí (embaixo da terra, é verdade…) para provar que as vendettas não levam a lugar algum.