Faixa na faixa

E prá quem tem esse desejo de ter álbuns das bandas prediletas lançados todo mês, não basta só esperar pelo High Violet do The National. Tem também que esperar o novo disco do Interpol.

Prá acalmar a ansiedade, tem faixa para download do Interpol.

Coisa soturna. Coisa fina.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Enquanto a gente espera o High Violet…

Como o lançamento oficial de High Violet ainda está longe e o The National ainda não vazou nessa margem do Tietê, vamos redescobrindo o que a banda fazia antes  de Boxer e afins, nos tempos da faculdade de artes gráficas.

Na época, 1996, o nome era muito menos sonoro do que The National: Nancy. Leve em consideração que isso era uma homenagem do vocalista Matt Berninger a sua mãe e isso soa um pouco menos estranho.

Ou não.

Um dos ex-integrantes da banda, Casey Rea (que não foi parar no National) tem um site com as músicas gravadas na época para o Ruther 3429, único EP lançado pela banda.

Have fun.

Breathing Test

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

 

Uppercut

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

I wanna be trashed

Correndo o risco de ser mal interpretado, eu devo admitir que adoro descobrir bandas não só de mulheres que tem uma mulher na bateria. Donnas, Bangles, Runaways e Sleater-Kinneys que me perdoem, nada contra a combinação mulheres+música mas, assim como no caso do Thermals ou do Sons & Daughters, uma combinação mulher+homem na banda parece melhor. Ou soa melhor, vai saber. Mas o caso de uma baterista ser a única mulher é tão raro (não lembro de outra agora, mas corrija minha falta de memória sem medo…) que eu achei que merecia um post.

É isso.

Amanhã, compre um disco em NY

But the survivors aren’t giving up just yet. Saturday is Record Store Day, presented by a consortium of independent stores and trade groups, with hundreds of retailers in the United States and some overseas cranking up the volume a bit to draw back customers and to celebrate the culture of buying, selling and debating CDs and vinyl.

Ben Sisario, no NYT.

La musique française

“Les concerts échappent à cette morosité, car chanter dans la langue de Shakespeare est un véritable passeport pour les scènes des quatre coins du monde. Leur nombre explose en 2007 : près de 7 000 concerts d’artistes produits en France ont été recensés par le Bureau Exports (+ de 40 % par rapport à 2006), notamment en Europe et aux Etats-Unis. Et les sorties de disques français progressent en 2007, avec plus de 1 900 sorties à l’internationale répertoriées par le bureau.

‘La tournée internationale est la clé de la réussite’, affirme Sophie Mercier. ‘A part Carla Bruni, les cinq artistes français les mieux vendus à l’export ont tous enchaîné des dizaines et des dizaines de concerts aux Etats-Unis, en Europe et au Japon. C’est un investissement énorme pour les maisons de disque mais c’est comme ça qu’on réussit à créer un buzz.’”

Gaelle Le Roux, para a France24

Ou seja, se quer viver de música, pare de fazer rock em inglês e comece a pensar em virar produtor de electro francês. Mesmo se não vender muito, pelo menos vai fazer turnê até não poder mais. Ou, opção um pouco mais complexa, pode tentar seguir os passos da Carla Bruni e encarar um francês com cara de Sarkozy.

R.I.P. #1

Buddy Miles e Jimi Hendrix

Para quem gosta de algumas coisas bem tocadas, por exemplo uma bateria, a imagem dele deve ser quase familiar.

Buddy Miles, baterista que tocou com Jimi Hendrix em algum lugar dos anos 60, morreu. Ele foi uma das pessoas quase nada importantes que estavam nos estúdios quando aconteceu Electric Ladyland.

E sim, a capa do disco é ótima para algo da época.