“Há uma tendência a pensar que a gente dos movimentos revolucionários clandestinos é de esquerda. Mas os terroristas ocupam frequentemente um espaço-tempo próprio: às vezes, eles não olham para frente, mas para trás. Aspiram restaurar reinos que a muito se tornaram pó. Aliam-se sob bandeiras a muito tempo esquecidas. Dão atenção cuidadosa a profetas que pregaram para gente de uma era pretérita.”
David Fromkin, historiador norte-americano, autor de “O Último Verão Europeu – Quem Começou a Grande Guerra de 1914?“
Não parece ser muito necessário comentar que isso se aplica a muito mais do que apenas os terroristas…

