Podcast: Lado_C #024
Lado_C #024: The One About Rock
(Ou “A edição cabeçuda da metalinguagem”)
Disponível por aqui:
Disponível também por aqui: [ iTunes Store ] [ MixCloud ] [ Download ]
Tracklist e trilha sonora do podcast estão lá nos cometários.
Lado_C #024: The One About Rock
(Ou “A edição cabeçuda da metalinguagem”)
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Tracklist e trilha sonora do podcast estão lá nos cometários.
Em uma noite que todo mundo – e por todo mundo eu digo as pessoas que tem gosto musical minimamente decente – tinha opções pela cidade, entre um Duran Duran, um Noel Gallagher e um tUnE-yArDs, não parecia tão difícil assim escolher.
(E não foi, visto que não faço a puta ideia do que seja esse tUnE-yArDs além daquele vídeo idiota da sala de aula e Duran Duran não chama minha atenção a menos que fizessem um pocket show de dez hits, no máximo, que terminasse com essa pérola 007. E o ingresso do Noel ter sido de graça ajudou bastante…)
Tudo bem, eu não sou fã de Oasis, nem nunca fui. Talvez por isso, a voz do cidadão prá lá de entretido que exclamava “caralho” a cada doze segundos como se estivesse vendo a ressureição dos beatles mortos me irritou um pouco.
Eu não entendo, nem compartilho, essa adoração. Mas tudo bem, depois de uma ida ao bar isso se resolveu com a mudança do lugar.
Aí o problema foi a cerveja vendida no Espaço das Américas. Mas dane-se. Se só a Budweiser quis comprar o patrocínio dessa série de shows do Live Musc Rocks, que assim seja.
Passados os gritos de baixo calão e a cerveja ruim iniciais, o cara entregou até mais do que eu esperava – ainda que eu não esperasse lá muita coisa.
Por sorte, as músicas dessa banda nova do cara, tocadas ao vivo, ficam boas; Saudações especiais ao baterista por isso.
Por sorte, também sairam uns sucessos do Oasis.
Por sorte ainda maior, o show não era de fato do Oasis, porque deve ser um cacete aguentar fã de Oasis assistindo os próprios incorporando aquele espírito La Bombonera na hora de cantar.
Entre prós e contras, nota 7,75, passa de ano e tá de bom tamanho para uma quarta-feira de frio e garoa.
(Não, isso não foi um review do show, grato por notar.)
Entrevista do fotógrafo Kevin Cummins ao Caderno 2, sobre o lançamento desse livro que 9 entre cada 8 pessoas de bom gosto vão por nas listas de presentes de Natal. Ao menos na terra da rainha.
Ok, se tivessem “acabado” uns dez anos atrás, fariam uma falta enorme.
Hoje (ou ontem, ou semana passada, sei lá quando decidiram “acabar”)? Qual a importância que o Oasis tinha?
Você realmente esperava ansioso(a) um disco novo deles? Aguardava por um single semi-arrebatador – algo como uma nova Cigarettes & Alcohol ou Morning Glory? Não, certo?
Então vai com deus, obrigado pelos serviços prestados e tal mas… Não sentirei falta do que eram ultimamente e vou me apegar mesmo nas 10 ótimas músicas e em outras 15 muito boas que fizeram e passar bem.
(Sem contar que a gente cansa de ouvir que esses irmãos brigam. E brigam de novo. E outra vez. E novamente.)
Foto vinda daqui.
“It’s a known fact that Noel Gallagher could record his own flatulence, lace it with reverb and demand Liam repeat the words “fookin’ shine” for 7 minutes and 44 seconds (…) every publication wholeheartedly agreeing that Noel was right -this IS the best album since their debut.”
| — | The Independent |
“But still they sell. It’s a known fact that Noel Gallagher could record his own flatulence, lace it with reverb and demand Liam repeat the words “fookin’ shine” for 7 minutes and 44 seconds, and the record would still effortlessly glide to number one. Not only that, it’d also be swamped in gushing critical acclaim, every publication wholeheartedly agreeing that Noel was right – this IS the best album since their debut.”
Nesse caso, não acho que o texto precise de nenhum comentário.