
Ricky Gervais para a New Humanist.
Explicação da capa aqui.

Se você um dia já passou a noite em claro ou ao menos demorou para dormir, inevitavelmente já apelou para o sonífero da programação da TV noite afora.
E se, por acaso, isso aconteceu em momentos em que você não estava por perto de um receptor de TV por assinatura, acabou naquela meia dúzia sofrida de canais abertos.
A partir dessa lógica rasa, acredito que não necessário explicar o que são nem como se desenvolvem os programas religiosos das madrugadas.
Então, pensa comigo: Se você está acordado enquanto (quase) todos dormem, insone, sem TV por assinatura, as chances de que você seja uma pessoa famosa, bem sucedida, rica e influente são bem reduzidas, não?
Se é assim, como diabos eles fazem programas para os “fiéis empresários que nos acompanham“, com depoimentos de evangélicos trilionários em ligações ao vivo para os bispos, pastores e afins, discorrendo sobre o sucesso-crente?
Sério.
Se o cara é bem sucedido e rico e similares, não estaria dando entrevista às quatro da manhã só para falar o quão milagroso é um vidrinho de azeite abençoado e o quando isso mudou completamente a vida dele.
E se você está assistindo isso, a essa hora da madrugada, alguma coisa de errado você deve estar fazendo nessa sua busca pela fortuna.
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* – Já usei esse título em outro post, mas a tradução do nome desse filme – bem como o filme – do Steve Martin se encaixa tão bem que acabei repetindo a dose.
Momentos de genialidade que causam saudade de ter Bravo! em casa…