Leia.

16 de novembro de 2011 às 8:55

Nada é mais atraente, mais instigante, mais sedutor, do que a inteligência.

Deal of the week

22 de outubro de 2010 às 15:00

10 megas por míseros 3398 dólares? Nem na Santa Ifigênia tem uma oportunidade dessas.

Mechanical Ladies

14 de outubro de 2010 às 16:41

Prá você pensar quando enxergar aquela gata muito gata… O que existe por trás delas é bem mais complexo do que parece.

Agora faz sentido aquela teoria do manual de instruções.

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Picture 1 of 4

Most. Awesome. Bowie. Picture. Ever. (Without Bowie In It)

1 de outubro de 2010 às 22:14

Tenta produzir uma foto dessas com a “inspiração” em qualquer outra banda, qualquer outro artista, filme, disco, país, QUALQUER coisa. Vai sair uma droga. Exagerado, cafona, brega.

Agora vai lá e produz uma foto com o Bowie. Não dá para competir.

That’s My Girl

1 de outubro de 2010 às 22:04

O que acabou com a vontade das crianças lerem não foi a tecnologia, os videogames, os iPods, a internet e a TV a cabo. Foi o politicamente correto que tornou a literatura chata.

Páginas cor-de-rosa

14 de junho de 2010 às 3:11

The National Police Gazette é uma dessas jóias que a internet permite reaparecer, décadas e décadas depois, nas telas do planeta inteiro.

A publicação é considerada antecessora do jornalismo falso de Jon Stewart e similares, além de receber crédito por, muito antes de Howard Stern, reconhecer o apelo de certas imagens e idéias avançadas e ofensivas e formatá-las para serem aceitas pela cultura popular.

Criada por Richard Fox no fim do século XIX, a Police Gazette dedicava-se a cobertura de boxe, uma das paixões do fundador e cuja prática era ilegal nos EUA, desenhos burlescos de mulheres, geralmente mostrando os joelhos – um grande avanço erótico para a época – além de crimes e cobertura de espetáculos teatrais. Mas não era apenas uma revista para os senhores. De acordo com um texto de 1845, ano de sua fundação:

“We offer a most interesting record of horrid murders, outrageous robberies, bold forgeries, astounding burglaries, hideous rapes, and vulgar seductions in various parts of the country…”

A Police Gazette foi, segundo relatos, a primeira publicação a utilizar ilustrações para dramatizar as histórias e, embora não possa ser afirmado com certeza – jornalistas free-lancers, editores, redatores e afins trabalhavam sob codinomes – muitos dos grandes profissionais da imprensa da época passaram pelas páginas cor-de-rosa da publicação.

Essas pioneiras ilustrações eram criada por funcionários que trabalhavam em tempo integral para Fox, geralmente desenhadas à partir de relatos ou lembranças.

Já os repórteres, contratados para trabalhar nos fins-de-semana enquanto estavam longe das redações em que trabalhavam durante a semana, tinham um esquema de trabalho um pouco diferente: Eram trancados – acredita-se que voluntariamente – em uma sala, onde tinham acesso a bebida e comida de excelente qualidade e sem limites, por todo o fim de semana. Na segunda-feira, o segurança os deixava partir para os seus empregos, cada um com dez dólares pelo trabalho executado.

Exemplo clássico e cheio de clichês do romantismo com que enxergamos hoje o jornalismo – e diversas outras profissões – na passagem do século XIX para o XX, a Police Gazette durou até 1977, sendo administrada por Fox até sua morte em 1922, como um multimilionário.

Hearst e Pulitzer, dois nomes em que a imprensa americana se construiu e servem de referência até hoje, já admitiram a “dívida” que mantém com Richard Fox; o império destes começou exatamente no declínio e fim da Police Gazette.

Diz a internet que, após sucessivas vendas, o título hoje encontra-se com uma empresa canadense, e ainda é encontrado em bancas pela América do Norte. Mas dificilmente produz capas com a chamada e a composição dessa dupla Cuba+Lollobrigida.